Monday, May 30, 2005

Perder para um clube às riscas. Cheguei

Ontem no fascista estádio nacional o Glorioso deixou fugir a oportunidade de obter a dobradinha ao ser derrotado sem apelo nem agravo pelo clube da capital do Sado. Tendo ultrapassado a semana embriagados pelo nectar da vitoria no campeonato, prova maior, os vermelhos nao conseguiram melhor que perder por um tento ante o clube da proletária terra dos golfinhos. Riem Bocage e Luisa Todi, chora o barbas, o Máximo taxista, o Vieira das orelhas e o ocupante da cela nº 6 da PJ, de apelido Azevedo. É tambem com uma lágrima num olho e outra no blog que a todos me dirijo. Regressei da minha aventura no país dos boches. Vinha encantado, Berlim é uma cidade fascinante com uma simbiose entre o moderno e o antigo de dificil obtenção, (vendo cds com fotos e videos a preços módicos), mais ou menos como o Benfica: Não bastava o moderno de agora ganhar campeonatos, tinha de vir o antigo de perder taças. Berlim tambem no futebol é diferente: No dia da final da taça alemã (entre o Shalke e o Bayern) os adeptos comungavam das mesmas carruagens de metro, das cervejas no mesmo "berliner biersalon", numa festa impar (na qual participei claro), em tudo diferente do bacoco apitar de buzina dos adeptos do sportembblllaarrggggh e portobblaaaarghh comemorando a vitória de outro pequeno ante o gigante da segunda circular. Identificações que em nada vos beneficiam. Pronto, venham as pedras, os insultos e outros quejandos. Estou de volta para aquele amplexo forte, apareçam no tasco.

18 comments:

zeu s said...

Páris vai gozar com a noite do professor pro c......,tu tambem já tens idade pra ir prá broadway, Corto foi excelente apareceres, descansa os ossos meu velho que o mar tem estado calmo mas voltará a estar revolto num apice,Beers vê lá se paras quieto com a escada, flores para Peninha só se forem túlipas (que ela é como o Cabrita da selecção... tambem gosta da pinga), nao precisas de mandar o vaso tambem. Dica: aproveita os santos e oferece manjericos, pode ser popular.

Anonymous said...

Efectivamente, os estilos de vida diversos e escalas de valores diferentes encontram a sua origem na maneira peculiar de se servir das coisas, de trabalhar, de se exprimir, de praticar a religião, de se comportar e de estabelecer instituições, de enriquecer as ciências e as artes de cultivar o belo (ponto)

Anonymous said...

O ambiente tornara-se vermelho-acinzentado, com algumas partículas asquerosas na superfície.
- Oi! - disse friamente N., quando apareceu à porta, algo cambaleante e sem saber bem onde por os pés.
- Olá - volveu G. - como estás?
A frieza era devida a separação algo difícil que tiveram. Tinham-se zangado por causa da V., que se tinha portado mal. O N. envolvera-se com ela, numa relação revolucionária de que G. não gostou. Separaram-se furiosamente, com golpes de judo e dentadas de dentes do siso, típico comportamento de namorados traídos.
Agora, passados estes anos, tudo aparecia diluído, quase como uma anedota, triste e ridícula. Mas a amizade e o carinho monstruoso que sentiam era mútuo e... destrutivo.

Anonymous said...

eh eh eh

Anonymous said...

E mais virão!

Anonymous said...

Cá te espero...

Anonymous said...

Afinal não.

Anonymous said...

No qu’às ditas historietas diz respeito, sou muito a favor!!

Não há nada melhor que um rocambolesco e apimentado conto ateniense, aquela combinação perfeita entre uma tragédia grega e uma fábula de La Fontaine (sempre com pelo menos um animal envolvido). Mas num ponto sou obrigado a concordar com a Peninha, visto que em meia dúzia de episódios facilmente vão esgotar o abcedário todo!!!

Há que chamar os bois e respectivas senhoras pelos nomes…

ou não.

Anonymous said...

Diz que sim,diz que sim...e mais, e mais...?

Anonymous said...

O que tu queres sei eu, ó Díonisio...!!!

Anonymous said...

Carta aberta

Ex.ma Sr.a Dr.a Peninha,
Tenho apreciado com imensa curiosidade os seus escritos, comentários, sugestões e parvoíces.
Do seu jeito de Tia falida pouco há a acrescentar para além do que é do conhecimento de todos os atenienses. Poucos há a quem não peça e muitos são a quem não paga ... que pena não pensar nisso enquanto escreve ou conduz, sua tola, sua maluca! Como diz o povo, vale mais caminhar de cabeça erguida do que guiar encolhida!
Fiquei curioso quando postou (ai como a Dr.a gosta de ser moderna) a sua falha cognitiva no que se refere à função pública, a que enganosamente diz pertencer. Parece-me que poderá ajudar-se a si própria se construir um raciocínio sobre a matéria abordando o facto de que, a depreciação do carácter da função pública que comum e socialmente transpira, pode ser aferida no seu percurso profissional, pelo que a referida falha cognitiva revela, acima de tudo, uma dilatada falta de reflexão e conhecimento próprio.
Trabalhe mais, Dr.a Peninha, e escreva menos. Mais uma vez, como diz o povo, pela boca morre o Peixe - e se tiver alguma dificuldade de interpretação, ou penetração, ou como queira, sua lourinha, o peixe que morre pela boca não tem sexo.

Anonymous said...

sangue

eh eh eh

Anonymous said...

Ai se eu contar tudo o que sei... nem o Hannibal me acompanha!

zeu s said...

Anonymous. Anonymous. Por amor de Zeus que desgraça,que tristeza, cobardes, medricas, mariquinhas pés de salsa, no Olimpo,que vergonha, Raios, Raios, Raios. Já vos tinha dito que prefiro um nome idiota (e a malta correspondeu em grande estilo devo fazer notar) a um anonimato de mantita cobardola muito caracteristico de outros blogs onde cada um diz bem de si e mal dos outros em anonymous. Ainda por cima se a miufa esconde o nome de quem escreve "cartas abertas", (ò burros assim a carta terá sempre algo de fechado, no minimo o emissor).Mas compreendo, procurou dar enfase a algo que julgou ser importante,deve ser de outro café para pensar assim, do rosa?,fernando e c&a?, ou do café do triangulo e joão mal disposto?, é que no atenas todos devem a todos em particular e à banca em geral, acerca do trabalho na funçao pública:haverá maior consenso?, e depois claro o protagonismo feliz de Peninha arrasta o slogan da Peugeot "coisa feia a inveja". Vai-te lavar por baixo, tem vergonha senão do que pensas pelo menos da forma como o afirmas, e ja agora se tens alguma coisa a dizer porque não vais ao blog pessoal do peninha? esclareces isso com ele? aprende que eu não duro sempre alias cada vez mais mole.De resto só novidades, um Beers sempre pronto, um Arrebimbomalho interessante e informado,um Hannibal contista (posso meter cunha pra entrar na estoria? a este ritmo só acabas o livro em 2050, já agora vai dando nomes às personagens)Corto e Dionisio no bate papo e uma entrada simples mas espectacular de Yes man num post hilariante, Pandora não te excites com o anonimato, abre-te, senão podes ir tambem a toque de caixa.

Anonymous said...

CARTA (REALMENTE) ABERTA A MENTES FECHADAS
Habitantes coléricos de estufas já estilhaçadas, arremessam palavras graníticas aos vizinhos de palácios cristalinos, consumidos por um fogo que arde sem se vêr que ,longe daquele que o Poeta elevou em nome do mais belo e nobre dos sentimentos, os consome em piras de altares erigidos a eles próprios.Públicas virtudes alardeadas que, roto o manto que as escamoteia, deixam entrever os privados vícios que propalam como exclusivo dos outros.Espuma dos nossos dias onde molham lábios gretados de invejas, ávidos de provar ondas da ambrósia da vida dos outros...
Torquemadas de algibeira, com mãos cheias de tudo por um lado e almas cheias de nada, por outro, arremetidos de devaneios de cariz inquisitorial, practicam rituais de c(h)an(n)ibalismo, com caninos invulgarmente desenvolvidos, que de siso pouco têm,sôfregamente esfrangalhando nacos de privacidade sagrada, na ânsia que tal lhes "mate o bicho" que é a sua vida;"peeping toms", abrem caixas na busca de bucetas, libertando pragas que igualmente sobre eles se abaterão."Sic transit, gloria mundi", que o mesmo é dizer que os cães ladram e a caravana passa.
Dislates discorridos à guisa de prosápia barroca e serôdia não deixam de o ser.Investidas em baixo e aos Ss de Castanhos em bolandas, que chocas virginais em gritinhos de virtude retiram ao virar da Praça,não conseguem refrear, tais são os instintos taurinos.
Não advogo em abono de ninguém(até porque o curso está num pequeno stand-by de uma década...), pois que para tal, entidades patronais para isso estarão mais aptas.Admiro quem se atreva a fazê-lo.
O tom é cerimonioso, é certo.Mas o ultraje é tal que a isso conduz.A vida TEM que nos ensinar alguma coisa, e se de facto mo fez, foi que deixemos os outros viver a vida tal como pretendem.Sou tão adepto da ordem e bons costumes quanto qualquer outro,mas não sejamos mais papistas que o Papa.Se quem se arroga a tais considerandos de ordem económico-financeira-social em tom pidesco, a ninguém deve, será porque à canalhice e à calhandrice tudo tem pago.Pois ficarei a dever...
Confesso,porém, que me sinto em dívida:devo, sim, a atenção que me prestam, a amizade com que me presenteiam, o tempo que me dispensam.Que me cobrem os meus queridos amigos, que eu estou um mãos largas!!!! Dúvido que tais almas penadas que se arrastam por este mundo possam dizer o mesmo.Se me virem no Atenas, que duvido frequentarem, pois atravessem a rua...quando vier o SETE!!!!!!!!
À laia de Maya, ainda o proverbial Escorpião,que incapaz de refrear a sua natureza, crava o seu veneno nas costas do sapo, com tal despautério condenando ambos ao afogamento."Chaq'un à sa place", e vocês não são cá do "place". Beijos para a doutora.Há muita tulipa por que esvoaçar.Abraço a Zeu s.Abre esse porto, que há embarcações a necessitar de abrigo.


O menos atenciosamente possivel,

CORTO

P.S.-Anexo envio declaração de IRS e termo de dívida ao Café Atenas( nada que não se resolva em suaves prestações ao longo de 50 anos, pois não Zé...?Zé...?Ops...)

Anonymous said...

Ah...pus-me a jeito, pois pus.Mas para vocês meia praça,pá...meia praça!!!

Anonymous said...

fazendo minhas as palavras do ilustre e indecifrável Sailor Man: eh eh eh

Anonymous said...

quem são as "chocas virginais em gritinhos de virtude"? lembram-me alguém... ai se lembram! viva os capitéis coríntios da arquitectura grega!